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Portugal: queremos que o nosso país deixe de ser um dos piores sítios para se ter uma coagulopatia. Porque aqui, sangrar demais ainda é visto como “normal”.

E se não for normal? E se for uma coagulopatia? Se todas as mulheres com menstruação abundante forem testadas, 10%-20% serão diagnosticadas com um distúrbio da coagulação subjacente.

Desde 2023, a APH promove a campanha “O pior das coagulopatias na mulher? É não saber”, com três grandes etapas:

Ano 1

Alertar e Consciencializar

Dar visibilidade aos sintomas e alertar para a invisibilidade da doença, ambicionando o longo caminho de tornar Portugal no melhor país do mundo para se ter uma Coagulopatias.

Ano 2

Incentivar a Ação

Testemunhos e partilhas, um ano de humanização da doença, com a embaixadora Tânia Ribas de Oliveira, que deu voz às mulheres e famílias afetadas.

Ano 3

Mobilizar para a mudança

Através da HEMA Avatar Interativo, que sabe tudo sobre Coagulopatias, do Relatório Coagulopatias 2024, do Podcast O Sangue Conta a História e do Manifesto, apelamos a todo o país para se juntar a esta causa.

As coagulopatias são um problema transversal de saúde pública. Quanto mais cedo forem diagnosticadas, maior é a qualidade de vida das mulheres e famílias.

HEMA, A AVATAR ESPECIALISTA EM COAGULOPATIAS

A HEMA é o primeiro avatar mundial especialista em Coagulopatias.  Trata-se de uma ferramenta digital inovadora, que ajudará a tirar todas as dúvidas de forma empática e confiável. 

Pode ajudar a:

  1. Reconhecer sintomas e sinais de alerta.
  2. Responder às perguntas mais frequentes sobre diagnóstico e tratamento.
  3. Orientar para os testes, locais de saúde especializados e profissionais adequados.
Experimente já interagir com a HEMA e saiba mais sobre as coagulopatias.

PODCAST COAGULOPATIAS

O SANGUE CONTA A HISTÓRIA

Um espaço de conversa e conhecimento para dar voz às mulheres com coagulopatias, às entidades que podem ajudar na mudança e aos profissionais que as acompanham.

Cada episódio aborda um tema essencial:

  • Diagnóstico precoce.
  • Saúde ginecológica e obstétrica.
  • Psicologia e impacto emocional.
  • Testemunhos de doentes.
  • O papel das políticas públicas.

Ouça todos os episódios aqui no site ou nas principais plataformas digitais.

O Manifesto “Sangrar Faz Parte” nasce de uma urgência:

Tornar visível o que há demasiado tempo é invisível.

As coagulopatias na mulher continuam sem diagnóstico, sem voz e sem resposta. Este manifesto junta mulheres, famílias, profissionais de saúde e cidadãos num compromisso comum — mais diagnóstico precoce, mais informação, mais apoio e políticas públicas que protejam a saúde feminina.

💬 Lê o manifesto.
📢 Partilha a mensagem.
✍️ Assina e faz parte da mudança.

Porque nada é “só sangue”

RELATÓRIO 2024

O Grupo de Reflexão das Coagulopatias, constituído por especialistas de diferentes áreas da saúde, associações, investigadores e pessoas com coagulopatias, produziu em 2024 um Relatório pioneiro sobre a realidade das coagulopatias na mulher em Portugal. Este Relatório será publicamente apresentado em setembro de 2025.

Este documento analisa:

  • O impacto das coagulopatias no diagnóstico e saúde feminina.
  • As consequências sociais e emocionais da doença.
  • Os obstáculos no acesso ao tratamento.
  • As medidas necessárias para mudar o futuro.
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Estima-se que 5% das mulheres com idade fértil procurem ajuda médica por menstruações abundantes.

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Em 10–20% desses casos está presente uma coagulopatia.

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Apesar de existirem cerca de 976 pessoas diagnosticadas com doença de von Willebrand, calcula-se que mais de 10 mil estejam por diagnosticar.

Sinais de alerta

Se apresentar 3 ou mais destes sintomas, fale com o seu médico:

Período menstrual prolongado (superior a 7 dias)

Hemorragia abundante na sequência de cirurgia ou parto

Hemorragia abundante após intervenção dentária

Hemorragia nasal recorrente e duradoura

Necessidade de transfusão de sangue

Hemorragia abundante após traumatismo

Nódoas negras frequentes ou de grandes dimensões

Histórico familiar

Anemia

APTT prolongado (análise sanguínea)

Onde procurar ajuda

Em Portugal, existem Centros de Referência em Lisboa, Coimbra e Porto especializados no diagnóstico e tratamento das coagulopatias. Veja a lista abaixo:

Centro Hospitalar Universitário de Coimbra Serviço de Imunohemoterapia

Tel: 239 400 400

Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central Serviço de Imunohemoterapia

Tel.: 218 841 1364

Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte Serviço de Imunohemoterapia

Tel.: 217 805 184/5

Centro Hospitalar de Santo António Serviço de Hematologia Clinica

Tel.: 226 050 200

Centro Hospitalar Universitário de São João Serviço de Imunohemoterapia

Tel.: 225 074 280

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Dicas de utilização

Aqui estão algumas sugestões simples que levarão a uma melhor interação com a HEMA.
– A HEMA está treinada para responder a todas as questões relacionadas com Coagulopatias e a campanha “O pior das coagulopatias na mulher? É não saber”.
– A HEMA interage por texto ou voz, mas para utilização de voz é necessário que o ambiente em que se encontra não tenha demasiado ruído.
– Quando a HEMA se entusiasma, pode facultar respostas longas! Para a
interromper basta carregar no botão “stop”.
– Se por acaso a HEMA não perceber uma determinada palavra falada, a escrita é sempre uma opção.
– Por vezes, tal como os humanos, a HEMA pode necessitar de algum tempo para pensar na resposta. Nesses casos, seja paciente.
– Após a interação terminar, tem a opção de copiar a conversa estabelecida. Basta para o efeito clicar no botão de “texto” na barra inferior e de seguida premir o botão “copy” na caixa de texto superior.

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